Postura da mão e ritmo de trabalho
O traço de um pintor de letreiros vem do ombro e do cotovelo tanto quanto dos dedos. Os dedos rodam e afinam, mas o comprimento do traço é dado pelo braço, que se move como um todo. Em superfícies verticais usa-se o tento, uma vara com a ponta almofadada encostada à parede, onde o pulso descansa sem tocar na tinta fresca.
O ritmo também conta: um traço demasiado lento treme, um traço apressado perde a forma. A cadência certa é a que permite chegar ao fim da haste com a mesma pressão com que se começou. Isso só se ganha com repetição regular, de preferência curta e diária, em vez de sessões longas e raras.
Exercícios de base
- Linhas verticais e horizontais paralelas, com espessura constante.
- Ovais e círculos, rodando o pincel ao longo da curva.
- Traços de ligação entre hastes (o arco do n e do m).
- Uma palavra curta repetida até o espaçamento ficar natural.